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DEIXA MEU POVO IR!



Cerca de 400 anos após se mudarem para o Egito e séculos vivendo sob opressão, o clamor de socorro dos israelitas subiu aos ouvidos do Senhor Deus que decidiu que era aquele o tempo em que seu povo escolhido para manifestar a sua glória entre as nações seria liberto das mãos de Faraó.

Enviou, Deus, o seu servo Moisés que em nome do Senhor realizou sinais e maravilhas aos olhos de todos. As pragas que acometeram as terras egípcias eram a voz poderosa de Deus bradando a Faraó: “Deixa meu povo ir!”.


O último brado do Senhor, a décima praga, quando todos os filhos mais velhos dos egípcios seriam mortos, deu origem à celebração da primeira Páscoa. Foi aqui que tudo começou.


Disse Moisés orientado por Deus: “Vão, escolham um cordeiro (sem defeito) ou um cabrito para cada família e sacrifiquem o animal para a Páscoa. Deixem o sangue escorrer para uma vasilha. Tomem um feixe de ramos de hissopo e molhem-no com o sangue. Usando o hissopo, passem o sangue nos batentes laterais e no alto da porta das casas. Ninguém saia de casa até o amanhecer, pois o Senhor passará pela terra para ferir mortalmente os egípcios. Mas, quando ele vir o sangue nas laterais e no alto da porta, passará por sobre aquela casa. Não permitirá que o anjo da morte entre em suas casas para matar vocês. (Êxodo 12:21-23).


Naquele mesmo dia, o Senhor tirou os israelitas da terra do Egito e ordenou que dali em diante a Páscoa fosse celebrada todos os anos como um memorial de quando o seu povo passou de escravos para a livres, e teve as suas vidas poupadas por causa da misericórdia de Deus ao ver em suas portas a marca do sangue do cordeiro sacrificado.


Autor(a): Jeane Chaves

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